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Quais são os setores da sociedade? Entenda a diferença!

A sociedade é um sistema complexo em que indivíduos convivem entre si e compartilham seus costumes, propósitos e preocupações. Além das pessoas, ainda fazem parte desse sistema as entidades do terceiro setor, as empresas privadas e o governo.

Aliás, os setores da sociedade existem para organizar melhor as relações entre os indivíduos e organizações e para que o sistema funcione de maneira eficiente para oferecer mais qualidade de vida para a população.

Sendo assim, a seguir, veremos quais são os setores da sociedade e quais são suas funções. Acompanhe a leitura.

Primeiro setor

O primeiro setor da sociedade também é conhecido como o setor público. Nele estão todas as instituições públicas e os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). Assim, todo o dinheiro arrecadado pelo governo, como por exemplo, os impostos, é público.

Isso significa que o Estado tem a função de repassar esse dinheiro para o povo. Isso pode ser feito por meio de benefícios diretos, como a aposentadoria, ou por serviços públicos, como o SUS. O ponto é que o primeiro setor não deve ter como objetivo enriquecer, mas auxiliar a população do país, estado ou município.

Além disso, ele deve reduzir os custos do Estado, para que a maior parte do dinheiro arrecadado do povo volte para ele e não vá somente para pagar custos com salário, benefícios e aposentadoria de políticos e outras pessoas que trabalham no setor público.

Segundo setor

O segundo setor é conhecido também como mercado. Ele é formado por empresas privadas. Estas competem entre si e visam o lucro. Sendo assim, todo dinheiro arrecadado pelas empresas também é privado e voltam para elas. Exceto por uma parte que é enviada ao Estado em forma de imposto.

Os investimentos feitos no setor privado, geralmente, também são de origem privada e são destinados para que a empresa cresça e, assim, obtenha mais lucro com os serviços ou produtos comercializados.

Seu papel na sociedade é de gerar empregos e satisfazer as necessidades das pessoas. Assim, só é beneficiado por esse setor quem participa dele, seja como empresário, funcionário ou comprador.

Terceiro setor

Por fim, temos o terceiro setor que é composto por ONGs, instituições, organizações, entre outros. Esse setor não visa o lucro e, por conta disso, as entidades do terceiro setor são classificadas como sendo sem fins lucrativos.

As instituições do terceiro setor podem receber doações tanto do Estado como de empresas privadas. Porém, o dinheiro é utilizado em prol da sociedade. Assim, as entidades do terceiro setor o utilizam em projetos sociais, como em comunidades carentes ou em defesa do meio ambiente.

Muitas pessoas pelo Brasil ainda passam necessidades básicas, como fome, vulnerabilidade social, falta de acesso à educação e falta de acesso à saúde pública, por exemplo. Isso prejudica o desenvolvimento pleno dessas pessoas e crianças que não têm acesso às condições básicas de vida.

Por conta disso, as instituições do terceiro setor trabalham para proporcionar uma qualidade de vida melhor para as pessoas e crianças que estão em situações precárias de vida e saúde. Isso possibilita que elas tenham uma perspectiva melhor do seu futuro e possibilita acesso a serviços básicos.

O equilíbrio dos três setores da sociedade é essencial para que um país se mantenha em desenvolvimento e possa proporcionar mais bem-estar e qualidade de vida para a população. Quando o Estado, o mercado e as entidades do terceiro setor trabalham em prol dos seus objetivos, temos um povo mais feliz e um país mais bem desenvolvido.

Gostou de saber sobre quais são os setores da sociedade? Então, compartilhe este post em suas redes sociais para que mais pessoas possam entender como é estruturada a sociedade.

Processo de fabricação da gasolina: entenda todo o processo

processo de fabricação da gasolina

Por meio do controle de abastecimento de frota, sua empresa se beneficia de uma gestão mais precisa e segura a partir de todos os índices devidamente monitorados. E isso inclui, com toda a certeza, o conhecimento que você tem a respeito do processo de fabricação da gasolina.

Afinal de contas, só assim você consegue diagnosticar as melhores ofertas e propostas, com fornecedores, e oferecer à sua equipe os melhores recursos para o dia a dia da frota. Inclusive, muitos motoristas já valorizam a marca na hora de abastecer, sabia?

Quer aplicar o mesmo conceito na sua empresa? Aprenda, então, tudo sobre o processo de fabricação da gasolina!

Como funciona o processo de fabricação da gasolina?

Tudo começa na forma pura do petróleo, que é extraído de reservas subterrâneas espalhadas ao redor do mundo inteiro! Em seguida, é hora de pensar estrategicamente na utilização desse recurso tão valioso.

Para isso, especialistas começam a pensar no petróleo como uma matéria-prima recheada de moléculas de carbono e de hidrogênio, todas com tamanhos e formas distintos.

E isso importa para os empresários que têm postos de combustíveis ou contam com bombas internas para o abastecimento de suas frotas, porque é o que distingue o processo de fabricação da gasolina para o gás de cozinha e o pavimento das vias urbanas, entre outras aplicações.

Em seguida, especificamente para o processo de fabricação da gasolina, temos as seguintes etapas:

Separação física dos elementos

Aqui, as refinarias aquecem o petróleo e, por meio da destilação atmosférica, ocorre a segmentação dos elementos conforme os profissionais necessitam para o processo de fabricação da gasolina.

Como isso funciona: com a vaporização do petróleo e, em seguida, no seu resfriamento gradual para que os elementos possam ser coletados conforme as necessidades.

Condensação

Em um novo ponto de ebulição, ocorre a condensação e é aí que existe um ponto-chave: como cada substância tem as suas particularidades, é importante atentar-se ao fato de que aquela com o maior ponto de ebulição torna-se fica líquida em primeiro lugar. Aquelas com o menor ponto, por sua vez, condensam no ponto mais alto.

Assim, os especialistas conseguem coletar aquilo que necessitam de maneira distinta e segmentada — e temos, aí, a gasolina, embora esse não seja o seu estado final, aquele que vai aos postos de combustíveis.

Para completar o processo de fabricação da gasolina (denominada como gasolina A), outros elementos são adicionados à mistura, para garantir que o combustível possa ser usado com menor risco aos usuários.

É por isso que o combustível é aditivado com 27% de etanol anidro — um volume obrigatório por lei. Assim, da classificação A, o recurso se torna a gasolina C, que permite à mistura uma solução inofensiva quando em contato com o ar. Isso significa, por exemplo, que não corremos o risco de explodir um automóvel quando ele está consumindo esse recurso indispensável para o seu funcionamento.

Agora que você já sabe detalhadamente tudo sobre o processo de fabricação da gasolina, aproveite para compartilhar este post nas suas redes sociais — e marque os colegas de profissão que também vão se beneficiar desse conhecimento!

7 clássicos sobre literatura infantil

literatura infantil

A literatura infantil é extremamente importante, afinal ela ajuda a criança a se desenvolver, compreender sobre temas mais complicados, entender a própria realidade, aprender novas palavras e ainda descobrir o fascínio pela leitura.

Por isso, é sempre muito recomendado que os pais comecem a ler para as crianças desde cedo, estimulando esse hábito. Além de todos os benefícios que a literatura pode trazer, não tem nada melhor do que estreitar os laços entre pais e filhos com uma bela tarde de leitura ou lendo aquela história bacana antes de dormir, não é mesmo?

Se você está em busca de sugestões de obras para crianças, continue a leitura e conheça clássicos imperdíveis para ter na sua coleção. Caso deseje outras dicas, recomendo fortemente a leitura do blog Bagagem de Mãe, com um conteúdo completo sobre a literatura infantil!

  1. O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry)

Não tinha como bolar uma lista de clássicos do universo infantil sem citar O Pequeno Príncipe. Afinal, o menino de cabelos dourados que veio de outro planeta é reconhecidamente uma das histórias mais inspiradoras de todo o mundo, com tradução para mais de 200 línguas.

Ainda que muitos digam que essa não é uma história propriamente infantil (já que vários dos seus aprendizados apenas conseguimos absorver mais velhos), ela com certeza ensinará muitas coisas às crianças, em especial sobre amizade. E, se você for ler para o seu filho, aproveite para se inspirar com a narrativa de Antoine de Saint-Exupéry.

  1. Reinações de Narizinho (Monteiro Lobato)

A literatura infantil brasileira também possui vários clássicos, e as histórias do Sítio do Pica Pau Amarelo com certeza são as mais conhecidas – atravessando e encantando diversas gerações.

Publicado em 1931, Reinações de Narizinho é um ótimo livro para ler com as crianças, cheio de personagens mágicos e bastante polêmicos. Aproveite para conversar sobre as histórias e adentrar nesse universo mágico.

  1. A Bolsa Amarela (Lygia Bojunga)

Outro clássico da nossa literatura, A Bolsa Amarela aborda as vontades de Raquel. A menina, basicamente, tem três desejos bem distintos, que são: crescer, se tornar um menino e escrever.

Sem saber como lidar com essas vontades, a garota resolve colocar todas elas em uma bolsa amarela que ganhou da sua tia. Mas, como todas as nossas vontade, as de Raquel não param de crescer e o espaço para elas acaba ficando pequeno.

  1. Alice no País das Maravilhas (Lewis Carroll)

Esse é um daqueles clássicos da literatura infantil que superam todas as expectativas, sendo transformado em diversos filmes, desenhos animados, peças de teatro e muito mais.

Publicada pela primeira vez em 1865, a história de Lewis Carroll continua surpreendendo os mais novos até hoje. Alice, uma garota bem curiosa, um belo dia cai em uma toca de coelho e acaba sendo transportada a um mundo estranho, com personagens absurdos e muitas surpresas.

  1. O Gênio do Crime (João Carlos Marinho)

Para as crianças um pouco maiores, o Gênio do Crime é uma excelente recomendação. A história se passa com o grupo de crianças: Edmundo, Pituca, Bolachão e Berenice e uma saga para colecionar um álbum de figurinhas que envolverá uma quadrilha de falsificadores e, claro, um grande gênio do crime.

Cheio de reviravoltas e muita adrenalina, a escrita ágil de João Carlos Marinho vai agradar a criançada e trazer muitas lembranças aos pais das delícias da infância.

  1. A Bruxinha Atrapalhada (Eva Furnari)

A Bruxinha é, sem sombra de dúvidas, uma das personagens mais cativantes do universo da literatura infantil. O grande diferencial do livro é que ele não usa palavras, apenas imagens.

Assim, as crianças podem criar seus próprios diálogos, imaginando as dez historinhas que formam o livro. É uma ótima ideia para as crianças em fase de alfabetização, além de ser um super estímulo à criatividade.

  1. A vida íntima de Laura (Clarice Lispector)

Clarice Lispector é um dos principais nomes da literatura brasileira, reconhecida por suas histórias herméticas. Mas, o que poucas pessoas sabem, é que ela também escreveu literatura infantil.

Nessa obra, Laura é uma galinha de pescoço feio cheia de pensamentos e sentimentos. Como todas as histórias de Clarice, aqui também temos uma internalização das personagens que descobrem um universo muito mais profundo.

É claro que, além destes, existem muitos outros títulos imperdíveis da literatura infantil. E tudo dependerá da idade da criança e dos gostos que ela possui.

Curtiu a nossa seleção? Então compartilhe essas dicas de leitura com os seus amigos nas suas redes sociais!

Saiba tudo sobre Marketing de Conteúdo: Para você que gosta de escrever

O marketing de conteúdo não para de crescer nas agências de marketing digital, tanto em número de adeptos como em termos de relevância para as empresas. E, é claro, que isso também demanda por mais profissionais preparados para entenderem e atuarem nesse mercado.

Se você gosta de escrever e de aprender coisas novas, que tal começar a investir nesse setor e até mudar de profissão? Continue a leitura e entenda mais!

O que é o marketing de conteúdo e como ele funciona?

Apesar de estar em evidência, o marketing de conteúdo não é uma novidade. Na verdade, o primeiro registro de uso dessa estratégia foi com o Guia Michelin, produzido em 1900. A ideia era levar informações relevantes para as pessoas planejarem as suas viagens – e assim começarem a usar mais os pneus produzidos pela marca.

Ou seja, de uma maneira indireta, a intenção da Michelin era criar envolvimento das pessoas com a marca e ainda aumentar a venda do seu principal produto na época, tudo isso por meio de um conteúdo rico e informativo.

E é justamente essa a premissa que se mantém até hoje. Embora os meios de divulgação desses conteúdos sejam diferentes, a intenção permanece a mesma: engajar a marca com o público-alvo, criando e disseminando conteúdo relevante, informativo e valioso de modo a atrair, envolver e gerar valor, criando uma percepção positiva da marca e aumentando a rede de negócios.

Funcionamento

Na teoria, a ideia parece bem simples, certo? Mas como conseguir colocar essas premissas em prática e trazer resultado aos negócios?

Tudo começa no planejamento que deve seguir alguns preceitos básicos. Entenda quais são.

Personas

Esse é um dos elementos mais importantes de qualquer estratégia de conteúdo. Aqui, a ideia é “afunilar” o público-alvo da empresa, criando um perfil semi fictício capaz de representar os consumidores reais do negócio.

Dessa forma, é mais fácil direcionar os conteúdos que sejam mais atrativos e interessantes a essas pessoas, adequando também o tom de voz, a linguagem utilizada e até definindo os melhores formatos de conteúdos.

Palavras-chaves

As palavras-chaves são a forma pelas quais os usuários encontram os conteúdos na rede. E, para que essas informações sejam catalogadas e apresentadas de maneira correta pelos mecanismos de busca, é preciso que os “robôs” desses sistemas consigam fazer uma leitura adequada dos conteúdos.

Assim, é indispensável planejar corretamente quais são as principais palavras-chaves para cada texto ou vídeo e utilizá-la adequadamente ao longo do conteúdo.

Funil de vendas

Nem todas as pessoas que pesquisam sobre determinado assunto possuem o mesmo conhecimento sobre ele. Vamos imaginar que a estratégia de marketing de conteúdo esteja sendo desenvolvida para um estúdio de Pilates e que o seu foco principal é em pessoas que sofrem com dores nas costas e no pescoço.

É preciso que o blog do cliente apresente conteúdos para as pessoas que sentem dores nas costas, mas não sabem quais são as soluções e nem as causas para essas queixas, para aquelas que já ouviram falar no método Pilates, mas não sabem como ele funciona e também para os que já estão decididos a iniciar a atividade, mas não sabem onde praticá-la.

Essa “divisão” é chamada funil de vendas, com conteúdos para:

  • atração: destinados aos usuários que ainda estão descobrindo que possuem um “problema”;
  • consideração: conteúdos voltados aos usuários que já sabem que têm um problema e ainda estão descobrindo as soluções possíveis;
  • decisão: para os usuários que já decidiram por uma solução e estão em busca das melhores empresas.

Objetivos

Uma estratégia de marketing de conteúdo pode ser usada para inúmeras finalidades, como:

  • aumentar o conhecimento de determinada marca;
  • atrair mais visitantes para o site da empresa;
  • melhorar o relacionamento com o público-alvo;
  • engajar os clientes em determinada campanha;
  • aumentar as vendas;
  • aumentar o número de leads (pessoas interessadas na empresa);
  • expandir o networking e a rede de parceiros;
  • ampliar a influência da marca e o reconhecimento da autoridade de mercado.

Para cada um desses objetivos, a estratégia deverá ser pensada de maneiras diferenciada.

Na prática, a ideia é produzir conteúdos que sejam facilmente encontrados pelos usuários na rede, sejam capazes de ajudar essas pessoas a resolverem um problema e ainda melhore a imagem de determinada marca e o relacionamento dela com os seus públicos de interesse. E isso pode ser feito usando um blog, as redes sociais, o e-mail marketing, um canal no YouTube, entre vários outros formatos, dependendo das características do seu público.

O que preciso para trabalhar na área?

Agora que você já conheceu um pouquinho mais sobre esse tipo de marketing, que tal começar a atuar na área?

Mesmo quem não possui formação específica no setor de comunicação e marketing, pode trabalhar como redator ou até no planejamento das estratégias. Afinal, o mercado é muito democrático e busca por pessoas capazes de escreverem bem e que dominam o conhecimento em determinado setor.

Para isso, a recomendação é, primeiro, realizar alguns cursos e tirar algumas certificações gratuitas e que são bem aceitas pelo mercado, como:

A partir de então, você poderá começar a trabalhar como freelancer, em parceria com agências de marketing digital ou até participando de plataformas específicas, como a Contentools.

E, então, gostou de saber mais sobre o marketing de conteúdo? Aproveite e compartilhe esta dica com os seus amigos nas suas redes sociais!

iPhone XR vs Galaxy S9: Compare todos os detalhes!

Finalmente  o iPhone XR chegou. Não é mais necessária tanta ansiedade para conhecer as novidades que vem com ele. Foi anunciado pela Apple e já faz sucesso antes mesmo de sua chegada.

Em contrapartida o smartphone da Samsung, o Galaxy S9 também está na área arrancando elogios dos consumidores conectados, antenados que amam tecnologia, no que é atual e moderno. É o smartphone Premium da marca e por esta razão apresenta similaridades com o iPhone XR, inclusive em valores.

Por isso, neste post falaremos sobre os dois modelos, suas particularidades, prós e contras de cada um para que você possa optar pelo que mais atende suas necessidades e expectativas. Acompanhe a leitura e saiba cada detalhe sobre os melhores celulares 2018.

A câmera

Vamos começar com algo que boa parte dos consumidores adora e exige muita qualidade. A câmera. O iPhone XR não possui câmera dupla, porém, é capaz de tirar fotos com o conhecido efeito bokeh, que é muito popular na Apple como Modo Retrato –, que desfoca o fundo. A câmera possui 12 megapixels e tem abertura fixa de f/1.8.

De igual modo, o Galaxy S9 também não possui câmera dupla e sua única câmera possui 12 megapixels. O Galaxy S9 possui o sistema de abertura variável, que consiste em recurso muito elogiado durante os testes do Galaxy S9 Plus. Dessa forma, o diafragma pode ser ajustado entre f/1.5 e f/2.4 conforme a iluminação do ambiente.

O Design dos melhores celulares 2018

Agora, vamos seguir pelo design de cada um dos aparelhos. Veremos o que chama mais a atenção neles.

Galaxy S9

Traseira de vidro e tela com as bordas bem fininhas e tem duas bordas, na parte superior e inferior com cantos mais curvos. O display do Galaxy S9 tem 5,8 polegadas e resolução QuadHD+ (2960 × 1440 pixels), com painel super amoled, apresentando cores vibrantes.

iPhone XR

Também com tela de vidro e bordas finas o iPhone XR é parecido com seu “concorrente” da Samsung. Porém, é só, pois, o iPhone XR repete o recorte no display, para abrigar a câmera frontal e os sensores TrueDepth.

O Desempenho do iPhone XR

Começando pelo iPhone XR veremos o novo processador Apple A12 Bionic. Segundo a fabricante, o chip garante ao consumidor 15% de desempenho superior ao sucessor A11 Bionic, do iPhone 8 e iPhone X. Além do mais, o componente é fabricado com a arquitetura de 7 nm, que garante maior eficiência energética – ou seja, isso fará consumir menos bateria. A Apple não anunciou a quantidade de memória RAM do celular.

A performance do Galaxy S9

Partindo para o Galaxy S9, podemos ver que ele possui um poderoso chip da Qualcomm, o processador Snapdragon 845, e memória RAM de 4 GB. Relatos de alguns consumidores já nos contam que o Galaxy S9 Plus apresenta um desempenho muito veloz e sem travamentos.

Vantagens e desvantagens

Para selfies, o celular da Samsung tem uma vantagem a mais. Em ambientes escuros, a câmera de 8 megapixels com abertura de f/1.7 é bem melhor. Perde o iPhone XR nesse quesito que conta com um sensor de 7 megapixels f/2.2.

Em contrapartida, quando o assunto é armazenamento, as posições mudam, pois, o iPhone XR sai na frente. Ele conta com três opções, de 64 GB, 128 GB e 256 GB. O Galaxy S9, por sua vez, oferece apenas uma edição com 128 GB, porém, tenta compensar com um suporte a cartão microSD de até 400 GB, recurso que os celulares da Apple não têm.

Por fim, é uma disputa acirrada para se fazer uma escolha tão rápida e simples. Os dois possuem prós e contra muito significativos para os consumidores de tecnologia. No mais, os critérios de cada um na escolha é que definirão o que é prioridade. Cada um escolherá conforme o que mais lhe aprouver.

Se você tem amigos que também estão analisando detalhadamente os recursos dos melhores celulares 2018, compartilhe este artigo nas redes sociais e ajude-os a compararem!