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Processo de fabricação da gasolina: entenda todo o processo

processo de fabricação da gasolina

Por meio do controle de abastecimento de frota, sua empresa se beneficia de uma gestão mais precisa e segura a partir de todos os índices devidamente monitorados. E isso inclui, com toda a certeza, o conhecimento que você tem a respeito do processo de fabricação da gasolina.

Afinal de contas, só assim você consegue diagnosticar as melhores ofertas e propostas, com fornecedores, e oferecer à sua equipe os melhores recursos para o dia a dia da frota. Inclusive, muitos motoristas já valorizam a marca na hora de abastecer, sabia?

Quer aplicar o mesmo conceito na sua empresa? Aprenda, então, tudo sobre o processo de fabricação da gasolina!

Como funciona o processo de fabricação da gasolina?

Tudo começa na forma pura do petróleo, que é extraído de reservas subterrâneas espalhadas ao redor do mundo inteiro! Em seguida, é hora de pensar estrategicamente na utilização desse recurso tão valioso.

Para isso, especialistas começam a pensar no petróleo como uma matéria-prima recheada de moléculas de carbono e de hidrogênio, todas com tamanhos e formas distintos.

E isso importa para os empresários que têm postos de combustíveis ou contam com bombas internas para o abastecimento de suas frotas, porque é o que distingue o processo de fabricação da gasolina para o gás de cozinha e o pavimento das vias urbanas, entre outras aplicações.

Em seguida, especificamente para o processo de fabricação da gasolina, temos as seguintes etapas:

Separação física dos elementos

Aqui, as refinarias aquecem o petróleo e, por meio da destilação atmosférica, ocorre a segmentação dos elementos conforme os profissionais necessitam para o processo de fabricação da gasolina.

Como isso funciona: com a vaporização do petróleo e, em seguida, no seu resfriamento gradual para que os elementos possam ser coletados conforme as necessidades.

Condensação

Em um novo ponto de ebulição, ocorre a condensação e é aí que existe um ponto-chave: como cada substância tem as suas particularidades, é importante atentar-se ao fato de que aquela com o maior ponto de ebulição torna-se fica líquida em primeiro lugar. Aquelas com o menor ponto, por sua vez, condensam no ponto mais alto.

Assim, os especialistas conseguem coletar aquilo que necessitam de maneira distinta e segmentada — e temos, aí, a gasolina, embora esse não seja o seu estado final, aquele que vai aos postos de combustíveis.

Para completar o processo de fabricação da gasolina (denominada como gasolina A), outros elementos são adicionados à mistura, para garantir que o combustível possa ser usado com menor risco aos usuários.

É por isso que o combustível é aditivado com 27% de etanol anidro — um volume obrigatório por lei. Assim, da classificação A, o recurso se torna a gasolina C, que permite à mistura uma solução inofensiva quando em contato com o ar. Isso significa, por exemplo, que não corremos o risco de explodir um automóvel quando ele está consumindo esse recurso indispensável para o seu funcionamento.

Agora que você já sabe detalhadamente tudo sobre o processo de fabricação da gasolina, aproveite para compartilhar este post nas suas redes sociais — e marque os colegas de profissão que também vão se beneficiar desse conhecimento!

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